Apresentação

Antes de viajante, sou jornalista com o bichinho do espírito nômade no DNA

QUEM ESCREVE?

Meu nome é Maiara Barbosa, tenho 25 anos e, antes de ser viajante, sou jornalista. O “bichinho do espírito nômade”, como costumo chamar essa minha vontade louca de viajar, é herança de família que carrego no meu DNA.

Quando criança, já encarava umas viagens malucas com meus pais, que incluem desde feriado prolongado sem reservas em Serra Negra (SP) até bate-e-volta ao Rio de Janeiro.

Na faculdade esse desejo de desbravar o Brasil só aumentou e tive a sorte de ter os melhores amigos ao meu lado durante as minhas viagens.

Com a rotina de plantões, viajar nem sempre foi fácil. Conciliar folgas e feriados com a grana curta é uma realidade que não me permite ainda viajar o tanto quanto quero.

Apesar disso, acredito que não é preciso fazer uma grande viagem, pra fora do país, por 60 dias, por exemplo, para vivenciar uma experiência incrível (mas não tenho nada contra quem faz isso!). Aprendi que pertinho da gente, seja na cidade vizinha, ou a duas horas de ônibus, é possível sim descobrir lugares e, principalmente, culturas e pessoas novas.

EM QUE ACREDITO?

O hábito de viajar não está mais ligado somente apenas às pessoas com boas condições financeiras. Os mochileiros estão ai para provar isso!

Somente em 2017, o Ministério do Turismo estima que os brasileiros vão injetar R$ 21 bilhões na economia do país através de viagens. Em 2014, o Brasil ocupava a 6ª posição entre os 184 países que mais impactam a economia com o turismo.

Além de números, o principal argumento que eu tenho para te dizer é que você muda quando viaja: teus horizontes se ampliam e você percebe que o mundo pode ir muito além da tua rotina.

Conhecer pessoas novas, culturas completamente diferentes daquilo que você está acostumado, te apresenta novas maneiras de como levar a vida. Com o tempo, você vai percebendo que a vida é simples e não há um porquê para querer complicá-la.

Eu, que sou curiosa por natureza, posso passar horas conversando com um simples morador de uma cidade que visito e deixar de lado uma foto em um ponto turístico. Isso é só um exemplo para dizer que acredito que essa aproximação nos transforma e ampliamos os nossos horizontes quando trocamos informações.

Antes de se jogar no mundo, te aviso: ISSO VICIA!

 

“Todas as viagens são lindas, mesmo as que fizeres nas ruas do teu bairro.
O encanto dependerá do teu estado de alma.” Ribeiro Couto

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